Quem somos
Diretoria
Delegacias

Jurídico
Convênios
Produtos

Legislações
Filie-se a nós
Fale conosco
Links

Adm. do site


 


Editorial


Estamos zerando o marcador


Por Ricardo Lisbôa Vianna,
presidente do SINDESTADO-RJ


Mesmo consciente dos riscos que naturalmente envolvem qualquer tipo de exercício de previsão seja em que ramo for, não tenho dúvidas em colocar a minha própria mão no fogo: podem ter certeza de que estamos no exato momento de uma virada de página na história dos Revendedores de Combustíveis no Estado do Rio de Janeiro. É isto mesmo: estamos zerando o marcador e começando uma nova e promissora etapa para nossos negócios. Faço tais considerações em função da recente criação da RJ Combustíveis — entidade com personalidade jurídica própria, independente do Sindestado-RJ, e que em linhas gerais se propõe a funcionar como uma central de compras de produtos e serviços para seus associados.

A RJ Combustíveis mal acaba de ser criada e já começa a dar frutos concretos, mostrando a que veio. A partir de setembro, estaremos inaugurando duas lojas de conveniência independentes por mês, até o final do ano. E em 2005 o ritmo só tenderá a ser mais vertiginoso, até mesmo em função da grande procura de Colegas Revendedores, todos interessados em ingressar num novo patamar de negócios.

A verdade é que o terreno está livre e fértil à nossa frente. E isto por basicamente dois motivos: primeiro, porque há todo um contexto comercial favorável, em âmbito nacional; e segundo, porque os Revendedores estão conscientes de que não podem mais prosseguir sob o jugo dos contratos leoninos das grandes distribuidoras e suas franquias. Este segundo item dispensa maiores considerações, já que todos os que me lêem bem o conhecem. Vamos falar sobre o primeiro. Com relação ao contexto comercial favorável, cabe dizer que estamos num momento histórico no qual ocorre uma convergência: a simples revenda de combustíveis já não basta, na maioria dos casos, para a sadia manutenção de um Posto; ao mesmo tempo, as lojas de conveniência vêm numa espiral positiva, crescendo ano após ano seus faturamentos e sua inserção no mercado. Nos anos iniciais, logo quando chegaram ao país, elas ainda não haviam caído no gosto popular — havia toda uma questão cultural a ser trabalhada e, além disso, os preços por elas praticados não eram nem de longe atraentes. Aos poucos, porém, os preços foram se tornando mais competitivos e a correria da vida moderna foi mostrando aos consumidores que aquelas lojinhas eram, sim, convenientes para compras de momento. E o mercado foi se ampliando, embora em situação quase sempre desvantajosa para o Revendedor, o qual se viu (e se vê, até hoje) sufocado pela pesada carga de compromissos dos contratos das franqueadoras. Não obstante, e tendo em vista as dificuldades do mercado de combustíveis, muitos Colegas acabaram se vendo dependentes do faturamento das suas lojas de conveniência para poderem fechar as contas do dia-a-dia. As lojas de conveniência haviam se consagrado com um negócio promissor e com excelente potencial — só faltava uma maneira de transforma-las num bom negócio para o dono do Posto, e não para as Companhias.

É aí que entra a central de compras, oferecendo liberdade, qualidade, bons preços e prazos aos seus associados. Vem daí, deste contexto histórico extremamente favorável, a chave do êxito desta proposta. Detalhe importante: em diversos outros estados brasileiros começam a surgir iniciativas semelhantes, evidenciando a forte tendência de guinada que a Revenda está prestes a dar. E muito mais ainda está por vir, até mesmo porque as lojas de conveniência são um importantíssimo, porém primeiro passo que damos com a RJ Combustíveis. Outros virão, com certeza. E rápido. Por enquanto, brindemos a este brilhante início de uma nova era, e aproveitemos mais este motivo para nos alegrarmos durante nossa confraternização anual na Festa do Revendedor. Até lá. 

 
     
[Topo da página]